sexta-feira, 30 de julho de 2010

Puminhas no Anhembi


Na semana que vem o Puma terá uma noite todinha para ele. O pessoal da Auto Show Collection vai dedicar a próxima terça-feira no Sambódromo de São Paulo a esse importantíssimo esportivo nacional, cujas linhas teimam em não envelhecer. O evento é co-organizado pelo Puma Clube de São Paulo, que está completando 4 anos e fará uma homenagem ao grande Anísio Campos, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do carro lançado em 1967, com mecânica DKW e que só herdou o motor VW um ano depois. Um programaço, que começa 7 às da noite.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Astros abandonados

Recentemente, nosso amigo Ricardo Corrêa — o "Matuza" — esteve no Canadá, onde visitou a cidade de Niagara, na fronteira com Buffalo, nos Estados Unidos. Lá ele conheceu e fotografou o que restou de uma unidade do famoso parque temático Planet Hollywood. Completamente abandonado, permanecem lá, ao completo relento, diversos automóveis que participaram de filmes famosos, entre eles um Ford A 1928 de Bonie & Clyde, de 1967 e um Cadillac 1948 de Truman, de 1995. Tem ainda um Jeep de Ace Ventura e um Chevrolet da Nascar, que “atuou” em Dias de Trovão. De quebra, um Checker Marathon, o mais famoso táxi de Nova York de todos os tempos, que certamente participou de diversos filmes. Aos poucos, o tempo está dando cabo de tudo...


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Que pecado, hein?


Não é todo dia que se encontra uma Kombi fabricada nos anos 1950 em boas condições. Até em péssimo estado é difícil. Um americano resolveu comprar uma de 1956 só para cortar ao meio para fazer uma mesa de sinuca! Quem conta é o site iCarros. E a dica é do amigo Alexander Gromow.

Na terra ou na água


Um curioso festival reúne na França cerca de 50 veículos anfíbios, fabricados em diversas épocas, civis e militares. Vindos de 12 países, esses polivalentes veículos permanecerão no festival até o próximo sábado, dia 30. As fotos foram enviadas pelo amigo Odair Ferraz.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

4R de chapa. Esse não conhecíamos!


Em 1969, a revista 4 Rodas encomendou ao designer Rino Malzoni (o próprio “pai” do Puma), uma versão especial do esportivo, que foi batizada de 4R, em alusão o nome da publicação. Foram fabricadas 3 unidades (um quarto automóvel não fez parte do concurso), que foram sorteadas entre os assinantes da revista, em comemoração a seu aniversário. Assim, como os demais modelos Puma, eram fabricados em fibra de vidro.
Eis que surge agora a notícia da existência de um quinto carro, feito inteiramente de chapas de aço e que seria o protótipo utilizado como forma para os demais. Quem nos traz esse furo de notícia é o amigo Márdel Paranhos, em seu blog. Segundo ele, o carro acaba de ser comprado em Goiânia pelo colecionador Wlamar Paiosin, de Campinas, SP. Intressante notar pela foto, que parece um modelo Targa, diferente dos 4 outros. Veja todos os detalhes desse mistério, diretamente no Blog do Márdel.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cabine telefônica


Os primeiros automóveis fechados tinham um visual bastante esquisito e desproporcional, permitindo inclusive ficar em pé dentro dele. É o caso deste Cadillac fabricado em 1906 e flagrado pela revista Auto Esporte no encontro anual de Amelia Island, nos Estados Unidos, no íncio deste mes. Atualmente este tipo de design é conhecido como “cabine telefônica”, e parece mesmo!

Roubo da Fiona


Foi roubada ontem na Zona Norte de São Paulo a Toyota Bandeirante da foto. Ela é 1993, super equipada, toda adesivada, tem placa NAI 7856 e “atende” pelo sugestivo nome de Fiona (como a “ogra” namorada do Shrek).
Quem puder ajudar, entrar em contato com Meca, pelo telefone (11) 8395-0460

terça-feira, 20 de julho de 2010

E o mundo ficou cinza



Parece exagero, coisa de velho saudosista, dizer que antigamente as ruas eram muitos mais alegres com seus carros multicoloridos e que hoje em dia todos os carros são pretos, pratas ou cinzas. Veja essas duas fotos. Foram tiradas no último domingo, no estacionamento do Hipermercado Carrefour, em Juiz de Fora, MG. A do alto é a do Encontro AVA de Veículos Antigos. A de baixo, o estacionamento, bem ao lado. Clique nas fotos para ampliar.


100 carros em 7 minutos

Vira e mexe divulgamos aqui o excepcional trabalho jornalístico-fotográfico do amigo Renato Bellote, que produz ensaios com grande máquinas do passado e do presente. Bellote acaba de completar 100 matérias publicadas e para marcar o feito produziu um vídeo de 7 minutos, com um pedacinho de cada um dos perfis. Mas se você quiser conhecer melhor cada uma dessas beldades, acesse www.garagemdobellote.com.br/

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Evoluindo


É interessante notar como ao longo da história do automóvel o design sempre dá um salto evolutivo ao longo de 10 anos. Escolhemos então uma marca bem popular, no caso a Ford, e selecionamos imagens de propagandas, década a década, começando pelo Modelo T dá década de 1910 e terminando com o Taurus, de 2000.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Bolhas


Há certos itens nos automóveis que jamais deveriam ser abolidos. Nos nacionais antigos, é o caso por exemplo dos faróis “olho-de-boi” nos Fuscas, os parachoques estilo “poleiro” nos Karmann Ghias... e principalmente as bolhas nos faróis dos Pumas. Herança da época do primeiro modelo, fabricado em 1967 com mecânica DKW, as bolhas foram usadas somente até 1973, o que é uma pena. Davam ao carrinho um charme todo especial, lembrando os esportivos europeus e os carros de competição dos anos 1960.

Participe!


O Portal Maxicar em parceria com a revista Classic Show acaba de lançar a promoção “Eu desejo Classic Show”. Para participar você não precisa comprar nada! Basta usar a criatividade e responder porque você deseja ganhar uma assinatura da revista. O autor da melhor frase irá ganhar uma assinatura anual da Classic Show + um kit de prêmios. Para o segundo e terceiro colocados, um kit de prêmios.
Acesse www.maxicar.com.br/old/eudesejocs/ e mande sua resposta!

Driblando a morte

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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Três Pontas


O blog Jalopnik Brasil publicou recentemente uma bela reportagem sobre uma coleção californiana de Mercedes-Benz. Mas não se trata de uma coleção pura e simples e sim de uma oficina chamada Mercedes Benz Classic Center, que mantém alguns carros em seu acervo, sendo outros de clientes. Passam por lá os mais raros e famosos modelos da marca alemã da estrela de três pontas. Leia tudo neste link.
PS.: Não nos perguntem o que diabos quer dizer "Jalopnik"

FuscaAtivo


Já está disponível gratuitamente a edição on line do número 4 da revista FuscaAtivo. Trata-se de uma publicação da Artsanac Editora, de Florianópolis-SC, que traz reportagens principalmente sobre Fuscas do Sul do Brasil. Vale a pena dar uma conferida.

A importância do uso do cinto de segurança

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terça-feira, 13 de julho de 2010

Intimidade

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Acompanhe a montagem e funcionamento de um motor, nesta animação em 3D super bacana.

Enviado por Mahar

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Eclética


Recebemos do amigo Odair Ferraz várias fotos de uma coleção pra lá de eclética, que vai do Passat ao Dodge Viper, da Ferrari ao Chevettinho 1984, da Pick-up Chevrolet Brasil ao Cadillac 1959, do Gol GT ao Mustang. Grande parte dos carros são modificados e parecem pra lá de preparados.
A quem será que pertence?

Quem sabe faz ao vivo

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Meu nome é 4M


Quem assistiu ontem ao filme “Meu nome não é Johnny”, exibido às 10 da noite pela Rede Globo, teve a oportunidade de perceber o Passat que fez parte da trama. No filme, o carro pertencia ao personagem principal, João Guilherme Estrela, vivido por Selton Mello.
Na vida real, o Passat 1977 pertence a nosso amigo André Grigorevski, presidente do Passat Clube do Rio de Janeiro. É da rara versão 4M, cuja sigla significa “4 milhões”, em alusão à marca da produção alcançada pela VW brasileira na ocasião. Com somente 1.000 unidades fabricadas, o Passat 4M era baseado no LS, mas possuía os 4 faróis do TS e saia de fábrica somente na cor grafite, com tampa da mala em preto fosco e rodas da cor do carro. Coisa rara hoje em dia!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Raro... e estranho


Carro com pintura em dois tons, os chamados “saia e blusa”, tiveram seu auge nos anos 1950 e persistiram ainda nos anos 1960, principalmente aqui no Brasil. Em 1975 a Ford fez uma tentativa de ressuscitar essa moda, lançando um Maverick Sedan em duas cores, num grafismo pra lá de estranho. Foi um fracasso. Mas como todo fracasso automotivo, acabou se tornando super raro e hoje é difícil de encontrar e super valorizado.
No final dos anos 1980 a Chevrolet também fez uma tentativa, com o Monza Classic e o Opala. Nestes casos os resultados foram ótimos, já que foram usadas cores discretas e em tom sobre tom, de muito bom gosto (embora as vendas não sido lá essas coisas também).
A foto do “Maveco” foi surrupiada do recém lançado “Blog do Ford Maverick”, que tem muita coisa interessante sobre o modelo. Visite!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Tremenda bobagem


A Cummins, famosa fabricante de motores a diesel levou ao Festival de Velocidade de Goodwood, na Inglaterra, um Morris Mini com um motor ligeiramente exagerado, instalado numa caçamba fabricada especialmente para este fim. Trata-se de um V18 de 77.6 litros com 12 turbos, utilizado em caminhões de mineração, capaz de empurrar brutos de 360 toneladas. Ele tem 3500 cv de potência e seu torque é de cerca de 1300 kgfm. O motor pesa 11.300 kg e tem 3,327 m de comprimento, 1,633 de largura e 2,429 de altura. Só de óleo são 288 litros!
O objetivo da brincadeira foi o de instalar o maior motor possível, no menor carro. Francamente? O quiseram provar com isso? Absoluta falta do que fazer!

Saiu na Folha

Motoristas recorrem a truques para driblar e passar pelo teste - 04/07/2010

“Passar no vestibular ou aprender? No caso da inspeção veicular, são comuns as histórias de quem busca truques ou estratégias para não ser reprovado. Na prática, isso enfraquece a utilidade do programa, que visa controlar a poluição do ar na cidade.
Donos de carros antigos, por exemplo, formam um grupo que teme a vistoria.
"São carros com muita carburação, de difícil regulagem", diz Dalto Pinto, um dos criadores do clube do Puma, que tem 900 associados.
Proprietário de quatro carros antigos (Puma-79, Chevette-78, Opala-72 e Fusca-71), ele tenta obter a placa preta para seus automóveis.
Como carro de colecionador, ficam livres da inspeção.
Um dos membros do clube, por exemplo, acabou reprovado com um motor que tinha rodado apenas 300 km, diz ele. "Ele pegou um motor novo, na Volkswagen, e colocou no Puma antigo. Mesmo assim, acabou reprovado."
Em termos ambientais, a inspeção veicular vai demorar um pouco para ter efeito, diz Paulo Artaxo, pesquisador da USP. "Houve enorme atraso na implementação do programa. O aumento da frota fez os níveis de poluição aumentarem. Alguma redução nos índices atuais, só a partir de 2015", afirma.
O presidente da Controlar, Harald Zwetkoff, reconhece a possibilidade de artifícios para passar na inspeção -inclusive a troca do motor. Afirma que alguns são fraude, sujeitos a sanções penais.
Mas avalia que, pelo trabalho que dão, os truques não compensam em larga escala.
De acordo com Zwetkoff, a queda de emissão de poluentes dos veículos que passaram na inspeção durante o ano passado equivale à retirada de 500 mil das ruas.
Mecânicos e motoristas costumam reclamar da instabilidade dos resultados, dizendo não ser possível identificar a origem do problema.

Carro novo pena em inspeção veicular

Cenho franzido, mão na nuca. Antonio Carlos Rodrigues, 48, nem precisaria abrir a boca para revelar seu espanto com a notícia de que um Palio 2009 novinho, flex, modelo 2010, com só 2.134 km de vida, havia sido reprovado na inspeção veicular.
"É esquisito demais, não?", dizia Rodrigues, na função de motorista da empresa dona do automóvel.
Menos de 15 minutos antes, Joaquim Carlos Canário, 63, comemorava a aprovação "de primeira" de seu Escort 1989, 91 mil km rodados.
As cenas da quinta passada, num posto de inspeção da zona norte paulistana, não são raras nas vistorias de emissão de poluentes da Controlar, que faz o teste.
O presidente da empresa admite receber reclamações diariamente por conta de veículos seminovos reprovados.
Mesmo não sendo maioria, são os casos que causam mais bate-boca nas vistorias.
"Meu carro, um Honda Fit 2008, com 20 mil km, tinha acabado de sair da revisão. Foi reprovado. Na minha frente, um carro com pneus carecas e porta que nem fechava foi aprovado. Tive um verdadeiro chilique", afirma Marilda Barone Marques, 57.
Falta de manutenção adequada, gasolina adulterada e pouco uso do carro são alguns dos fatores que explicam algumas reprovações.
"O motorista que roda pouco faz um uso considerado severo do carro, que requer manutenção mais frequente", diz Felício Félix, analista técnico do Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária).
Uma situação que contribui para alguns resultados aparentemente esdrúxulos é que a tolerância dos testes é menor para os carros novos.
O limite de emissão de CO em marcha lenta de um automóvel a gasolina até 1979 é de 6%, contra 0,3% para um fabricado a partir de 2006.
Na prática, significa que um veículo seminovo pode ser reprovado mesmo poluindo quase um vigésimo de um antigo aprovado.
Os critérios obedecem ao Conselho Nacional do Meio Ambiente, sob a alegação de que os mecanismos de controle de emissões dependem da época de fabricação.
Mas a diferença de exigências não é suficiente para explicar as reprovações. Não à toa concessionárias e montadoras, como a Honda, já procuraram a Controlar para saber por que alguns modelos às vezes são barrados.
Quatro de sete oficinas mecânicas consultadas pela Folha afirmaram que as queixas se concentram no modelo do Fit vendido até 2009.
"Tenho recebido uma média de uns quatro carros Fit por semana, muito mais do que os outros", diz Eduardo Wada, dono de um centro automotivo no bairro da Liberdade, centro da cidade.
Funcionários da Controlar também relataram a motoristas reprovados que esse automóvel vinha apresentando alto índice de reprovação.
O diagnóstico foi dado, por exemplo, tanto para Marilda Barone Marques, dona de um Fit 2008 reprovado três vezes, quanto para Roberta Bordin, gerente de informática e cujo Fit 2007 passou só na quarta vistoria.
"Fiquei um mês com meu carro parado", conta ela, cansada de pagar a taxa de reprovação de R$ 56,44.
A montadora nega qualquer anormalidade. E a Controlar, oficialmente, diz não ter indicadores das aprovações por marca e modelo.”

Essa polêmica está muito longe de acabar.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Estranho arco-iris


No passado era farto o número de opções e combinações de cores de automóveis importados e também nacionais. Não se limitavam à ditadura de hoje em dia, onde 9 entre 10 carros são cinzas ou pretos. E a marca Simca se notabilizou pelos nomes bizarros de seus catálogos de tintas. Quer alguns exemplos? Golfinger Metálico, Rose Eletrodo, Azul Cleópatra, Azul Noite de Verão, Amarelo Carajá, Camarão à Baiana, Cinza Jacaré, Mostarda de Ouro, Sombra Queimada Metalizada, Vermelho Catchup, Vermelho Toureiro.

De volta a 1965


Há 45 anos, em março de 1965 para ser mais exato, acontecia na ainda jovem Capital Federal a 1ª Feicom — Feira da Indústria e Comércio do Distrito Federal. Uma de suas maiores atrações foi o Willys Capeta, uma grande novidade da indústria automóbilíustica nacional no momento. O carro acabou não saindo de um protótipo e o exemplar em exposição foi enviado ao Museu de Antiguidades Mecânicas de Caçapava, interior de São Paulo. Há dois anos, foi resgatado do mesmo museu por Roberto Nasser — já que a entidade está hoje em lamentável estado de ruínas — e voltou para Brasília, agora como parte do acervo do Museu do Automóvel.
Em 2010, está acontecendo a 22ª edição da feira. Novamente o Willys Capeta é uma de suas principais atrações, que ao lado de um DKW Candango e um FNM 2000 (JK) compõem o stand da Museu do Automóvel no evento, que vai até o dia 4 de julho, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães.